O evento integrou definitivamente o calendário de eventos de Porto Alegre, que inclusie refletiu na precificação das diárias dos hotéis.

Como fatos negativos, temos a escolha da data (São João, época de grande importância para nós Nordestinos), e a ausência do festejado Julio Neves, especialista em Shell que não está na grade do evento.

O SERPRO marcou presença forte no evento, inclusive trazendo uma réplica em tamanho real do Demoiselle, um dos aviões criados por Santos Dummond e que também é o nome do Framework Java desenvolvido por aquela empresa.

Dentre as primeiras palestras, destaque para a “TDD e Rails: Mais rápido, mais forte e melhor”, que demonstra “cases” de desenvolvimento em Ruby, através do desenvolvimento orientado por testes. Constitui um indício de que a linguagem vem ganhando maturidade, novos adeptos, e de que não se trata sobremaneira de um modismo.

O Google falou sobre seu programa “Summer of the Code”, que consiste em um incentivo concedido a estudantes para o desenvolvimento de código aberto. A pergunta que fica, é sobre os projetos que foram desenvolvidos com investimento nas comunidades, mas que originaram programas de código fechado (ex.: Google Docs).

Conversei com o fundador do Clamav Tomasz Kojm, sobre a relação desta comunidade com a do Clamwin (ativirus para Destops Windows), e sobre sua deficiência de varredura em tempo real. O mesmo disse que não tem nenhuma relação com o Clamwin, e que grande dificuldade residia na engenharia reversa necessária para desenvolver drivers para o Windows. Em sua palestra, ele falou (obviamente) sobre segurança, com dicas bastante úteis e práticas.

No stand da casa civil, Corinto Meffe foi mais uma vez protagonista ao conseguir a liberação de mais um software para o Portal do Software público brasileiro, que já conta com mais de 40 mil usuários cadastrados.

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