Capítulo 8 | Capítulo 7 – Configurar o Bacula
<![CDATA[]]>

8.1. Configurar o Bacula pela primeira vez

8.1.1. Diagrama de iteração entre as configurações dos serviços do Bacula (duas páginas)

As setas indicam os itens que são utilizados pelo Bacula para autenticação entre seus daemons, ou questão de lógica de sua configuração. Os valores associados por cada seta precisam ser necessariamente iguais, para que as conexões sejam autorizadas ou não haja inconsistência entre suas configurações.

Bacula1

8.2 bacula-dir.conf

(PÁGINA 39, 3º PARÁGRAFO – PÁGINA INTEIRA)

diagrama configuração servidor bacula

*Diagrama Recursos do Director.

 

8.xx – [Trazer item 12.4 e RENOMEAR; COLOCAR DEPOIS DO ITEM 8.6] Envio de mensagens pelo Bacula

[acrescentar seguinte texto no final o item]

Para instalar um serviço de transporte de email em localhost (exemplo), podemos instalar o Postfix:

apt-get install postfix

Na primeira tela de configuração prossiga com a seleção da opção “Site Internet”:

Capítulo 8 | Capítulo 7 - Configurar o Bacula 1

Nas demais tela, pode prosseguir com os nomes padrões apresentados até o final da instalação. Submeta um job de backup pelo Bacula e verifique se as mensagens chegam nos endereços destinatários.

Caso as mensagens não cheguem, verifique nos arquivos /var/log/mail.log e mail.err eventuais alertas existentes.

 

8.11 | 8.6 Novos clientes Bacula

 

8.xx  Bacula em Múltiplos Segmentos de Rede / Vlans

Capítulo 8 | Capítulo 7 - Configurar o Bacula 2

 

 

Para permitirmos o backup de máquinas em segmentos de rede diferentes, precisamos que o Bacula director e storage daemon, primeiramente, possuam endereço nos dois segmentos.

Além disso se mostra necessário configurar o bacula-dir.conf, para realizar os apontamentos para o storage nos diferentes endereços, bem como o bacula-sd, para escutar conexões nos mesmos. Exemplo:

bacula-dir.conf:
Storage {
Name = "Backup em Disco vlan 1"
Address = 192.168.1.10
SDPort = 9103
Password = "xxx"
Device = FileStorage
Media Type = File
}

Storage {
Name = “Backup em Disco vlan 2”
Address = 192.168.2.10
SDPort = 9103
Password = “xxx”
Device = FileStorage
Media Type = File
}

Observem que o Device chamado pelo bacula-dir (que é confiugurado no bacula-sd.conf) para os dois storages é o mesmo. Mudamos apenas o endereço no qual o cliente (bacula-fd) se conecta para gravar os dados de backup.

Ainda, precisamos especificar no Job ou agendamento, o storage correspondente a cada cliente, nos seus respectivos segmentos de rede. Exemplo:

Job {
Name = "Backup Cliente 1"
JobDefs = "DefaultJob"
Storage = "Backup em Disco vlan 1"
}

Job {
Name = “Backup Cliente 2”
JobDefs = “DefaultJob”
Storage = “Backup em Disco vlan 2”
}

Ou ainda:

Schedule {
Name = "Agenda GFS vlan 1"
Run = Full Pool=Diaria Storage="Backup Cliente 1" 1st sun at 23:05
...
}

Schedule {
Name = “Agenda GFS vlan 2”
Run = Full Pool=Diaria Storage=”Backup Cliente 2″ 1st sun at 23:05

}

Por último, editamos o bacula-sd.conf:

Storage { # definition of myself
Name = hfaria-sd
SDPort = 9103 # Director's port
WorkingDirectory = "/var/lib/bacula"
Pid Directory = "/var/run/bacula"
Maximum Concurrent Jobs = 20
SDAddress = 192.168.1.10
SDAddress = 192.168.2.10

}

 

ITEM 8.13

P. 80,  [ÚLTIMO QUADRO]

[COLOCAR AS SEGUINTES LINHAS EM NEGRITO]:

Pool = Default # Pool de origem dos dados

Selection Type = Volume

Selection Pattern = “File”

Storage = DLTDrive # Storage de destino

Disponível em: pt-brPortuguês

Deixe uma resposta

Fechar Menu